As Cruzadas: Hungria
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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Hungria legisla penalmente contra a imigração islâmica

Sessão do Parlamento húngaro
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O Parlamento húngaro aprovou uma série de normas legais que permitem a abertura de processos penais contra pessoas ou organizações que forneçam ajuda a imigrantes ilegais, informou a agência Reuters.

O pacote de leis foi aprovado por 80% dos parlamentares (160 contra 18) e pune até com um ano de prisão os que ajudarem os imigrantes ilegais, acrescentou o jornal parisiense “Le Figaro”.

O pacote legal é conhecido como “Stop Soros”, em alusão ao milhardário de origem húngara, George Soros, que financia muitas dessas ONGs e orquestra uma imigração de massa à União Europeia.

As leis põem limite à influência na Hungria de ONGs sustentadas do exterior por alguns Cresos que financiam causas de esquerda no mundo.

As leis húngaras também suscitaram inúmeros protestos da União Europeia (UE). O governo magiar aguarda que a Comissão Europeia, cúpula da UE, inicie processos de retaliação.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

O descalabro de Maomé IV sultão do Império Otomano

Os janízaros derrotados nas portas de Viena, Martino Altomonte, (1657 – 1745)
Os janízaros derrotados nas portas de Viena, Martino Altomonte, (1657 – 1745)
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: A libertação da Hungria invadida pelos muçulmanos



Uma das principais consequências da derrota de Mohács para os turcos foi a perda da Eslavônia. Reunindo-se após a fuga, o exército muçulmano começou a proclamar que a culpa cabia ao Grão-Vizir Solimão, “o Trapaceiro”.

Este astuto, percebendo que oferecendo riquezas aos soldados conseguia acalmá-los, fugiu para Constantinopla.

Os amotinados elegeram Siawusch Paxá como novo Grão-Vizir e enviaram uma petição ao Sultão, na qual pediam a deposição de Solimão.

Quando Maomé IV confirmou a nomeação de Siawusch, os amotinados exigiram a execução de Solimão e se puseram imediatamente em marcha contra Constantinopla. A perplexidade de Maomé IV foi imensa.

Para aplacar a fúria dos insurrectos, o Sultão condescendeu e enviou ao acampamento a cabeça do antigo Grão-Vizir.

Não obstante, os rebeldes continuaram avançando, pedindo depois a cabeça de todos os altos funcionários que lhes desagradavam. Em Constantinopla havia urgente necessidade de troca no trono.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

A libertação da Hungria opressa pelos muçulmanos

Jan III Sobieski, rei da Polônia, salvou Viena e iniciou a liberação da Hungria
Anônimo século XVII
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Em 1526, o Sultão Solimão “o Magnífico” venceu o rei Luís II da Hungria na planície de Mohács.

Desde então, as investidas muçulmanas para adentrar ainda mais a Europa e destruir a Cristandade não cessaram de aumentar.

Veneza, Polônia e Áustria, países membros da Santa Liga convocada pelo Papa em 1683, reuniram-se para livrar a Europa desse perigo.

Na própria Mohács aconteceu o revide.

Enquanto transcorriam os acontecimentos vitoriosos para a reconquista da cidade de Buda em 1686, como foi descrito em post anterior, Veneza e Polônia também encetaram investidas contra os otomanos.

Estes, no entanto, continuavam na posse de importantes regiões húngaras. A Cristandade considerava ser preciso dar continuidade às batalhas até extinguir a ameaça dos inimigos de Cristo.

Expedição polonesa em 1686

Esse ano não foi tão bem sucedido para os poloneses. Então o rei João Sobieski, prevendo que os russos iniciariam seu avanço contra os muçulmanos, tentou nova expedição à Moldávia e concebeu ousado plano para chegar até Adrianópolis, na Turquia.

Mas Sobieski só pôde iniciar sua campanha em agosto, pois além de a aristocracia polonesa se opor a seus extensos planos, o exército tardou em se reunir.

Por sua vez, os russos acabaram não chegando, enquanto os turcos sempre se retiravam, eliminando qualquer suprimento nos lugares por onde os poloneses passariam.

Com isso, estes ficaram sem nenhuma possibilidade de vitória.

E decorrido apenas um mês do início da marcha, Sobieski foi obrigado a recuar.

Progressos de Veneza

Francesco Morosini, Doge de Veneza. Vincenzo Maria Coronelli (1650 – 1718).
Francesco Morosini, Doge de Veneza.
Vincenzo Maria Coronelli (1650 – 1718).
Os venezianos alcançaram naquele ano notáveis progressos na conquista do Peloponeso, a grande península grega.

Os morlacos e outros povos da Dalmácia, que viviam sob o jugo otomano, uniram seus esforços a Veneza.

Em junho e julho foram conquistadas na Grécia as cidades de Navarino, Argos e Náuplia, e na Dalmácia as cidades de Sinj e Herseg Novi.

A Senhoria de Veneza ficou tão satisfeita com tais êxitos, que concedeu ao comandante Francisco Morosini o título de “Peloponésico”, e ao comandante Cornaro o título de “Dalmático”.

Otto Königsmark, tenente sueco a serviço de Veneza, conquistou Modon, enquanto a cidade de Patras, capital da Acaya, caiu em poder de Morosini.

Mas as grandes conquistas venezianas desse ano foram as cidades de Corinto e Mistras, a antiga Esparta.

No ano seguinte, Königsmark recebeu o privilégio de dirigir o cerco de Atenas. Os turcos haviam convertido o templo do Partenon em armazém de pólvora; atingido por uma bomba, o orgulho da antiga Atenas voou pelos ares.

Os leões de mármore, que davam fundamento para o porto de Pireu ser denominado Porto dos Leões, foram transportados para Veneza, cujo Arsenal parecem hoje custodiar.

Em Mohács, o grande revide

O ano de 1687 também registrou outra grande vitória da Cristandade. Estando o Grão-Vizir Solimão com 120 mil homens na cidade de Osijek, Carlos de Lorena saiu a seu encontro para forçá-lo a empreender uma batalha decisiva.

Embora o exército imperial contasse com apenas 60 mil homens, as vitórias dos últimos anos haviam elevado sua confiança.

No dia 12 de agosto daquele ano, travou-se na cidade de Harkany uma batalha campal que passou para a História como a segunda Batalha de Mohács.

Vitória católica na segunda batalha de Mohács. Luiz Guilherme, margrave de Baden-Baden, e o generalíssimo Carlos V de Lorena. Wilhelm Camphausen (1818 - 1885)
Vitória católica na segunda batalha de Mohács.
Luiz Guilherme, margrave de Baden-Baden, e o generalíssimo Carlos V de Lorena.
Wilhelm Camphausen (1818 - 1885)
Ela recebeu esse nome devido à denominação da aldeia vizinha, onde 161 anos antes Solimão, o Magnífico, havia derrotado o infeliz rei húngaro Luís II e conquistado assim boa parte do país.

A vitória dos austríacos foi esmagadora. Enquanto os imperiais perderam somente mil homens, os otomanos, especialmente devido à confusão da fuga, amargaram 20 mil mortos.

Ademais, sofreram destruições e perdas consideráveis: 78 peças de artilharia, 160 bandeiras e estandartes, grande quantidade de balas, fuzis e de 300 camelos.

O príncipe Eugênio de Saboia, comandante dos dragões, completou o triunfo empreendendo o assalto ao acampamento turco.

A magnífica tenda do Grão-Vizir transformando-se no botim do príncipe Maximiliano II da Baviera.

Eugênio foi enviado a Viena com a notícia da vitória, tendo então sido presenteado pelo imperador com o retrato deste circundado de diamantes.

Quando o Sultão Maomé IV teve conhecimento de mais essa derrota, desgostado, não conseguiu comer durante três dias.



continua no próximo post: O descalabro de Maomé IV sultão do Império Otomano


(Autor: Ivan Rafael de Oliveira, CATOLICISMO).



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segunda-feira, 27 de março de 2017

O milagre de Nossa Senhora
e a reconquista da capital da Hungria

Carlos de Lorena toma Buda, castelo de Buda
Carlos de Lorena toma Buda, castelo de Buda
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: A Reconquista de Budapeste invadida pelos turcos



O cerco da cidade de Buda

Nessa época, Budapeste, atual capital húngara, era dividida em duas cidades, Buda e Peste.

Os austríacos lançaram-se diretamente ao ataque contra Buda, deixando de lado — contrariamente à expectativa dos turcos — outras cidades importantes.

Buda era a décima cidade mais importante do mundo muçulmano, considerada pelos turcos como a “casa da guerra sagrada”, baluarte limítrofe do Islã na Europa e chave do Império Otomano.

Por isso, tinham-na abastecido bem de mantimentos, armas e pólvora. Para a defesa, posicionaram-se mais de 16 mil homens de tropas de elite, sob o comando de Abdulrahman Paxá.

O cerco começou em 18 de junho de 1686 e o primeiro assalto ocorreu no dia 24, dia de São João, visando o muro inferior. Os turcos instalaram muitas minas em ambas as partes dessa muralha.

segunda-feira, 13 de março de 2017

A reconquista de Budapeste invadida pelos turcos

O Beato Papa Inocêncio XI foi o inspirador
e o vencedor da reconquista de Buda.
Luis Dufaur
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“Foi o Santo Padre quem conquistou Buda, como libertou Viena. Há séculos não havia sentado outro Papa semelhante na Cátedra de Pedro”, afirmou Jaime II, Rei da Inglaterra, ao saudar o Núncio Apostólico após a reconquista de Buda, que será narrara a seguir.

Uns após os outros, castelos, fortalezas e cidades iam sendo retomados pelos austríacos das mãos dos muçulmanos.

Após tantas derrotas, Américo Thököly, que liderara a traição dos húngaros, foi preso por seus aliados muçulmanos e seria executado, se Solimão, “o trapaceiro”, não tivesse derrubado e substituído o grão-vizir, o Negro Ibrahim.

O novo comandante deu liberdade a Thököly e enviou-o com novos destacamentos à Hungria.

Em outro anterior, Santa Liga e Reconquista, foram descritas as batalhas travadas pelo Império Austríaco, Polônia e Veneza, membros da Santa Liga, de 1683 a 1685, visando reconquistar os territórios católicos dominados pelos turcos.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Quando São Lourenço de Brindisi prometeu a vitória
e ordenou atacar

São Lourenço de Brindisi com crucifixo à mão ordena atacar.
São Lourenço de Brindisi com crucifixo à mão ordena atacar.
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: São Lourenço de Brindisi líder vitorioso contra os turcos invasores



O Pe. Rohrbacher continua:

“O frade opinou pelo ataque. E, pela segunda vez, assegurou à assembleia uma vitória completa.”

O que evidentemente transmitia uma certeza carismática.

Ele comunicou coragem, naturalmente.

“Tendo diminuído o temor com essa resposta decidiu-se começar a batalha e os soldados foram colocados em posição.”

Ou seja, foi a palavra dele que determinou isso que, humanamente falando, seria possivelmente ou provavelmente uma temeridade.

“Frei Lourenço, a cavalo, colocou-se na primeira linha revestido de seu hábito religioso.”

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

São Lourenço de Brindisi líder vitorioso contra os turcos invasores

São Lourenço de Brindisi enfrenta cimitarra com a Cruz.
São Lourenço de Brindisi enfrenta cimitarra com a Cruz.
Luis Dufaur
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A respeito de São Lourenço de Brindisi (1559-1619) diz o Pe. René François Rohrbacher (1789 – 1856) na sua célebre obra “História Universal da Igreja Católica” o seguinte relativo à reconquista da cidade húngara de Székesfehérvár (Alba Regalis) em 1601:

“O imperador Rodolfo II, conhecendo a habilidade do padre Lourenço, empregou-o num trabalho bem difícil. Maomé III, tendo avançado em direção ao Danúbio, anunciava o projeto de invadir a Hungria.”

Rodolfo dizia de Maomé III que este queria penetrar através do Danúbio e da Hungria e da Áustria até a Itália. E que os cavalos de seu exército comessem no altar de São Pedro como se fosse uma manjedoura.

“Rodolfo organizou um exército e convidou todos os príncipes da Alemanha, tanto católicos quanto protestantes, para unirem-se a ele em defesa da Cristandade.

“Mas, temendo que seu convite não fosse bastante eficaz, enviou-lhes o Padre Lourenço. O sucesso do piedoso Capuchinho foi completo. Todos os socorros pedidos foram enviados rapidamente e o arquiduque Matias foi escolhido como generalíssimo do exército cristão.

“Mas não devia terminar aí a missão do bem-aventurado Lourenço. O Senhor lhe reservava um triunfo de outro gênero.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior
e querem conquistar Europa, não ver isso é mentir.

Mons Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa. Não ver isso é mentir.
Mons Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria:
islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa.
Não ver isso é mentir.
Luis Dufaur
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A Europa ficou mentalmente esvaziada e está pronta para ser conquistada pelas multidões de imigrantes que se julgam uma raça religiosa superior. 

Quem nega isto, mente ou erra, disse Mons. Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria, numa conferência pronunciada no Colégio Salesiano de sua diocese sob o título “Problemas demográficos no Mediterrâneo nos séculos XIX e XX”.

Nela o bispo manifestou com sinceridade o que pensa sobre a islamização da Europa em andamento, escreveu o blog Riscossa Cristiana.

“Acredito que a onda migratória tem finalidades específicas. Quem fala apenas de causas, ou mente ou erra. A superpopulação, a pobreza ou a guerra têm apenas um papel de segundo ou terceiro nível nessa migração”, explicou o arcebispo.

“Nas famílias muçulmanas nascem oito ou 10 crianças, não por amor, mas porque eles se julgam seres superiores e a Guerra Santa (Jihad) lhes impõe conquistar o mundo de qualquer jeito”, acrescentou D. Gyula.

“Na Sharia (sistema de direito e de moral islâmico) podemos ler que o mundo está constituído pelo Dar al-Islam (que é governado seguindo a Sharia) e pelo Dar al-Harb, quer dizer, território de guerra que deve ser ocupado de qualquer maneira.

“Isto está escrito, os muçulmanos apenas devem apreendê-lo de cor. Discutir isso está proibido, eles apenas executam aquilo que estão obrigados a fazer”…

No momento atual, o objetivo é ocupar a Europa”, prosseguiu.